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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Papa Francisco!
O Papa Francisco convocou a todos,no Angelus deste Domingo, dia 1º de setembro a rezar pela paz. O Santo Padre pede um dia de jejum e oração pela paz na Síria e no mundo, no dia 7 de setembro, sábado. Somos todos Igreja.
sábado, 31 de agosto de 2013
Papa nomeia Pietro Parolin como novo Secretário de Estado.
Atual núncio apostólico na
Venezuela, Arcebispo Pietro Parolin, foi nomeado pelo Papa Francisco como o
novo Secretário de Estado do Vaticano, substituindo o Cardeal Tarcisio Bertone.
A notícia foi anunciada oficialmente na manhã deste sábado, 31.
O comunicado ressalta que o
Papa pediu ao Cardeal Bertone que permaneça no cargo até o dia 15 de outubro de
2013. Naquela data, em audiência com toda a Cúria Romana, Francisco agradecerá
publicamente o fiel e generoso serviço prestado à Santa Sé pelo cardeal salesiano
e apresentará dom Piero Parolin a seus colaboradores.
O novo Secretário de Estado
nasceu em Schiavon, na região do Veneto, norte da Itália, e está com 58 anos de
idade. De família simples, ficou órfão de pai aos 10 anos, ingressou no
seminário aos 14. Estudou em Roma, foi ordenado sacerdote em 1980 e iniciou
carreira diplomática na Santa Sé em 1986. Foi representante da Santa Sé na
Nigéria e no México.
Em 2002, foi chamado
novamente a Roma e nomeado vice-secretário da Seção para as Relações com os
Estados, colaborando com os Cardeais Angelo Sodano e Tarcisio Bertone. Dom
Pietro se ocupou das relações com os países asiáticos, como Vietnã e China até
2009, quando foi nomeado por Bento XVI para a Nunciatura de Caracas. A nomeação
de Dom Pietro Parolin marca o retorno à Secretaria de Estado de um diplomata de
formação.
Governadorato
Outra mudança importante
foi anunciada pelo Papa Francisco na sexta-feira, 30 de agosto: a nomeação do
sacerdote espanhol padre Fernando Vérguez Alzaga, de 68 anos, como novo Secretário-Geral
do Governatorato do Estado da Cidade do Vaticano.
Membro da Congregação dos
Legionários de Cristo, padre Alzaga exercia desde 2008 a função de diretor da
Direção das Telecomunicações do Estado da Cidade do Vaticano. Ordenado
sacerdote em 1969, fez mestrado em Filosofia e Teologia na Pontifícia
Universidade Gregoriana e obteve o diploma da Escola de Arquivista no Arquivo
Secreto Vaticano.
Em 1972 iniciou seu serviço
à Santa Sé na Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades
de Vida Apostólica. Em 1984 foi transferido para o Pontifício Conselho para os
Leigos, assumindo, dez anos mais tarde, o cargo de chefia no Setor Internet da
Santa Sé.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Setembro: Mês da Biblía
O mês da Bíblia é celebrado em setembro, este mês foi escolhido pela Igreja porque no dia 30 de setembro é dia de São Jerônimo (ele nasceu no ano de 340 e faleceu em 420 dC).
São Jerônimo foi um grande biblista e foi ele quem traduziu a Bíblia dos originais (hebraico e grego) para o latim, que naquela época era a língua falada no mundo e usada na liturgia da Igreja.
A Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética lançou recentemente o livro “Mês da Bíblia 2013 – Discípulos Missionários a partir do Evangelho de Lucas”.A Caridade Pastoral do Padre Diocesano
A espiritualidade do padre diocesano é um mosaico composto por diversos elementos: a fé, esperança, pobreza evangélica, celibato, a oração, disponibilidade, apostolicidade, opção pelos pobres. Mas dentre todos estes elementos, um é central e se destaca dos demais, dando a todos o seu colorido. Estamos falando da caridade pastoral. É ela quem cria unidade entre todos os elementos acima citados, formando o rosto do padre diocesano. João Paulo II diz que: “O princípio interior, a virtude que anima e guia a vida espiritual do presbítero, enquanto configurado com Cristo cabeça e pastor, é a caridade pastoral” (Pastores dabo vobis - PDV, 23). Ela é central na vida e na espiritualidade do padre diocesano.
Mas o que vem a ser a Caridade Pastoral? É a participação do padre na caridade pastoral do próprio Cristo Pastor. Na vida do padre diocesano, podemos dizer que ela é o amor de Cristo encarnado, prolongado, atualizado no amor concreto do padre em relação à comunidade a ele confiada, onde ele exerce o seu ministério. Não é um sentimento que nasce do temperamento afetivo do padre, mas tem sua origem fundante na própria caridade de Cristo. Ela é o amor primeiro, é uma opção originária que o padre faz por Cristo Pastor. O padre diocesano não está subordinado em sua vida a nenhum outro amor, seja de amizade, sexual, familiar ou político, mas está ligado diretamente ao amor de Cristo por seu povo. Todos os demais interesses e valores do padre diocesano estão sim, subordinados a este amor.
Os destinatários imediatos da caridade pastoral são a comunidade eclesial para a qual o padre diocesano foi designado pelo bispo. A comunidade e cada um de seus membros. Nenhum outro interesse ou opção poderá vir antes desta. Também tem como destinatários a Diocese e a Igreja Universal. O padre diocesano ama sua paróquia, ama a sua diocese e ama toda a Igreja de Cristo com o mesmo amor pastoral.
A caridade pastoral é o amor com o qual o padre diocesano ama sua paróquia e a Cristo Pastor. João Paulo II diz que “é a virtude com a qual imitamos Cristo em sua entrega de si e em seu serviço” (PDV, 23). Existem dois tipos de amor, segundo a psicologia: o amor identificação, com o qual tendemos a apropriar e a encarnar em nosso ser as atitudes, os comportamentos e as opções de quem amamos. E o amor objetal, ou amor adesão, através do qual nos comunicamos com a pessoa amada e nos entregamos a ela e esperamos reciprocidade. A caridade pastoral do padre diocesano está ligada ao amor identificação. Primeiro ele se identifica com a caridade pastoral de Cristo e por conseqüência com sua comunidade. Não é por menos que ouvimos dizer que “a comunidade é a cara do padre”. Mas seria correto dizer que o padre é a cara da comunidade, porque ele, pela caridade pastoral, vai se identificando com a mesma. O amor de Jesus se torna visível por meio do amor do padre por sua comunidade.
Tudo na vida do padre diocesano é direcionado para a caridade pastoral. Suas opções, suas atividades, seu cuidado pelos fiéis, sua vida pessoal, devem ser meios de exercer a caridade pastoral. As predileções, as amizades, as relações inter-pessoais, as ocupações, a forma de vida, tudo deve estar de acordo com as exigências da caridade pastoral. Tudo na vida do padre diocesano terá matizes na caridade pastoral, que fará com que o padre diocesano seja presença viva e atuante de Cristo Bom Pastor, na sua comunidade paroquial. A caridade pastoral vai unificar e potencializar todas as atividades do padre. Todas as atividades pastorais, todas as relações do padre diocesano é expressão da caridade pastoral. Quando faltam estes elementos, há dispersão, desassossego, esterilidade.
A fonte originária e permanente da caridade pastoral é a caridade pastoral de Cristo e o amor de Deus Pai pelo seu povo. Mas a fonte mais próxima é o carisma presbiteral recebido na ordenação. Este carisma nos é dado pelo Espírito Santo para amar pastoralmente a comunidade. Nos faz pessoas diferentes. Graças a este carisma temos a capacidade de investir, cada um com seu temperamento, na comunidade paroquial.
A caridade pastoral encontra seu alimento na Eucaristia. Ela é a atualização da entrega de Cristo ao Pai pela humanidade. Em outras palavras, a Eucaristia é a atualização da caridade pastoral de Cristo. Quando na Eucaristia se diz: “Isto é o meu Corpo que é dado por vocês...”, também o padre diocesano é chamado a dar sua vida, seu corpo pela comunidade. Na Eucaristia temos a oportunidade de vivenciar “in persona Christi”, mas também na própria pessoa do padre, este mistério de amor e entrega da própria vida em favor da comunidade e principalmente em favor dos mais necessitados.
O Concílio Vaticano II, na Presbiterorum ordinis, 13, relaciona as diversas atitudes derivadas da caridade pastoral.
A Abnegação: o amor abnegado do padre diocesano faz com que ele suporte com firmeza a dificuldade, o sacrifício, o sofrimento em seu ministério pastoral. Não deixa que ele desista de seguir vivendo o seu amor pela comunidade.
A Esperança Pastoral: a caridade pastoral permite que o padre não perca a esperança em relação a sua comunidade de fiéis. Quem ama tem esperança em Deus e também em sua comunidade paroquial. “Confiar nas pessoas é a melhor maneira de despertar nelas o melhor e adormecer o pior”.
Atitude Consoladora e Alentadora: o padre diocesano tem a capacidade de consolar e alentar aqueles que vivem em qualquer “aperto”. Pela caridade pastoral o padre estará sempre à disposição para animar os desanimados, estar junto das pessoas abatidas. O padre prestará às pessoas o serviço do consolo e do alento.
Crescimento Pastoral: o padre diocesano deve procurar realizar sua tarefa pastoral sempre com mais perfeição. Guiado pelo Espírito Santo, estará disposto a encontrar novos caminhos pastorais. A Presbiterorum ordinis diz que o desejo de melhorar nosso serviço pastoral deriva da caridade pastoral.
Este é o rosto do padre diocesano que vive integralmente a caridade pastoral. Configura-se com Cristo Bom Pastor e ama com o mesmo amor sua comunidade paroquial, tornando-se presença viva e atuante do próprio Cristo na vida da comunidade e de cada pessoa.
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Missa de Encerramento da Semana da Família!
'No dia 18 de Agosto, aconteceu a Celebração do Encerramento da Semana da Família, junto também com os trabalhos das religiosas das Irmãs da Providencia de Deus, com a semana vocacional, na qual nós Acólitos estávamos presente. Foi um momento muito lindo em nossa paróquia. Famílias de todas as comunidades, se encontraram para o grande Louvor a Deus. Pedimos sem cessar a Deus, pela vida ministerial de nosso Pastor Padre Flávio, que sem medir esforços continua a animar seu rebanho, a tornar a Igreja mais viva e mais Jovem!'
Paróquia Nossa Senhora Auxiliadora
terça-feira, 23 de julho de 2013
Papa Francisco
Que alegria receber o Sumo Pontífice, o Representante de Cristo na Terra, o Papa Francisco. A vinda do Papa Francisco ao Brasil é em vista da JMJ. ele vem se encontrar com os jovens de todo o mundo; este encontro realizar-se-á no Rio de Janeiro – Brasil, de 23 à 28 de Julho.
O Papa Francisco, já se encontra no Brasil. Ele chegou na tarde do dia 22/07/2013, e foi calorosamente recebido no Aeroporto do Galeão no RJ.
Bem Vindo Sua Santidade, o Brasil te acolhe com carinho...
quarta-feira, 19 de junho de 2013
DECRETO
Decreto sobre a menção de São José nas Orações Eucarísticas
Pelo
seu lugar singular na economia da salvação como pai de Jesus, São José de
Nazaré, colocado à frente da Família do Senhor, contribuiu generosamente à
missão recebida na graça e, aderindo plenamente ao início dos mistérios da
salvação humana, tornou-se modelo exemplar de generosa humildade, que os
cristãos têm em grande estima, testemunhando aquela virtude comum, humana e
simples, sempre necessária para que os homens sejam bons e fiéis seguidores de
Cristo. Deste modo, este Justo, que amorosamente cuidou da Mãe de Deus e se
dedicou com alegre empenho na educação de Jesus Cristo, tornou-se guarda dos
preciosos tesouros de Deus Pai e foi incansavelmente venerado através dos
séculos pelo povo de Deus como protector do corpo místico que é a Igreja.
Na
Igreja Católica os fiéis, de modo ininterrupto, manifestaram sempre uma
especial devoção a São José honrando solenemente a memória do castíssimo Esposo
da Mãe de Deus como Patrono celeste de toda a Igreja; de tal modo que o Beato
João XXIII, durante o Concílio Ecuménico Vaticano II, decretou que no
antiquíssimo Cânone Romano fosse acrescentado o seu nome. O
Sumo Pontífice Bento XVI acolheu e quis aprovar tal iniciativa manifestando-o
várias vezes, e que agora o Sumo Pontífice Francisco confirmou,
considerando a plena comunhão dos Santos que, tendo sido peregrinos connosco
neste mundo, nos conduzem a Cristo e nos unem a Ele.
Considerando
o exposto, esta Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos,
em virtude das faculdades concedidas pelo Sumo Pontífice Francisco, de bom
grado decreta que o nome de São José, esposo da Bem-aventurada Virgem Maria,
seja, a partir de agora, acrescentado na Oração Eucarística II, III e IV da
terceira edição típica do Missal Romano. O mesmo deve ser colocado depois do
nome da Bem-aventurada Virgem Maria como se segue: na Oração Eucarística II:
"ut cum beata Dei
Genetrice Virgine Maria, beato Ioseph, eius Sponso, beatis Apostolis",
Na Oração Eucarística III: "cum
beatissima Virgine, Dei Genetrice, Maria, cum beato Ioseph, eius
Sponso, cum beatis
Apostolis"; na Oração Eucarística IV: "cum beata Virgine, Dei Genetrice,
Maria, cum beato Ioseph, eius Sponso, cum Apostolis".
Para
os textos redigidos em língua latina utilizam-se as formulas agora apresentadas
como típicas. Esta Congregação ocupar-se-á em prover à tradução nas línguas
ocidentais mais difundidas; para as outras línguas a tradução devera ser
preparada, segundo as normas do Direito, pelas respectivas Conferências
Episcopais e confirmadas pela Sé Apostólica através deste Dicastério.
Nada
obste em contrário.
Sede
da Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, 1 de Maio de
2013, São José Operário.
Antonio
Card. Cañizares Llovera Prefeito
+
Arthur Roche Arcebispo
Secretário
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Igreja
O
Prefeito da Congregação para o Clero, Cardeal Mauro Piacenza, escreveu uma
Carta aos Seminaristas por ocasião da Jornada de Santificação Sacerdotal que
será celebrada na próxima sexta-feira, 7, na solenidade do Sagrado Coração de
Jesus.
A Jornada de Santificação Sacerdotal é
celebrada todos os anos nas dioceses do mundo inteiro, desde 1995, na
sexta-feira sucessiva à solenidade de Corpus Christi.
Dirigindo-se aos seminaristas, o cardeal
se diz feliz em enviar-lhes esta carta, a fim de que eles “se sintam envolvidos
e recordados nesta significativa ocasião”.
Convidando-os a meditarem sobre a
realidade originária da divina vocação, o Cardeal Piacenza cita o Papa
Francisco, que destaca a concretude do amor que devem praticar aqueles que são
Sacerdotes de Cristo e da Igreja: “Isto vo-lo peço: sede pastores com o ‘cheiro
das ovelhas’” (Papa Francisco na homilia de sua primeira Missa Crismal, 28 de
março de 2013). Diante dessa sugestiva imagem, prossegue Dom Piacenza, o
Sucessor de Pedro nos convida a ter um amor forte e concreto pelo Povo de Deus.
O cardeal recorda ainda que, para o
discípulo, caminhar com Cristo significa sustentar com alegria espiritual o
peso da cruz sacerdotal. “Escutemos novamente o ensinamento do Santo Padre
sobre isso: ‘Quando caminhamos sem a Cruz, edificamos sem a Cruz ou confessamos
um Cristo sem Cruz, não somos discípulos do Senhor: somos mundanos’” (Homilia
na Santa Missa com os Cardeais, 14 de março de 2013).
Em cada época, continua o Cardeal
Piacenza, “Cristo chamou e chama alguns homens para segui-Lo mais de perto,
participando com eles de Seu sacerdócio. Segundo o Prefeito da Congregação para
o Clero, isso implica que, em cada período da história da Igreja, Cristo tem
tecido um diálogo vocacional com fiéis que Ele escolheu para que fossem Seus
representantes no seio do Povo de Deus. Dom Piacenza, recordou ainda que os
padres são mediadores entre o Céu e a terra, particularmente através da
celebração litúrgica e sacramental. “De fato, pode-se dizer que a liturgia nos abre
o Céu sobre a terra”, disse.
Nessa perspectiva, o Prefeito da
Congregação para o Clero observa que os seminaristas”são chamados com a
ordenação – sem nenhum mérito – a serem mediadores entre Deus e o povo, e a
tornar possível o encontro salvífico mediante a celebração dos divinos
mistérios”.
A oração e vocação sacerdotal
Referindo-se à dimensão orante da vocação
sacerdotal, afirma que esta recorda, ainda, outros aspectos de grande
importância.
Primeiramente, destaca ele, “o fato de
que as vocações são obtidas não principalmente por meio de uma estratégia
pastoral, mas, sobretudo, rezando. Foi o que nos ensinou Jesus: ‘A messe é
grande, mas poucos são os operários. Rogai ao Senhor da messe que mande
operários para a sua messe’ (Lc 10,2)”.
Ao primado da oração, observa Cardeal
Piacenza, se soma também, na condição de canal de tal graça divina, a ação de
sã, motivada e entusiasmada pastoral vocacional por parte da Igreja.
A propósito da colaboração eclesial à
obra de dar pastores ao Povo de Deus e Corpo Místico de Cristo, o cardeal
enfatiza que é oportuno recordar alguns aspectos que devem caracterizá-la: “a estima pelas vocações sacerdotais, o testemunho
de vida dos Sacerdotes, a obra específica dos formadores no seminário”.
Deus também chama por meio de
outros padres
Nesse sentido, o cardeal destaca que as
vocações são muito favorecidas, como é notável, pelo exemplo e pelo cuidado que
os sacerdotes oferecem a elas.
“Um Sacerdote exemplar dificilmente não
suscitará nas mentes dos jovens a pergunta: não serei eu também chamado a uma
vida assim bela e feliz? Exatamente desse modo os sacerdotes são canais através
dos quais Deus faz ressoar o divino chamado no coração daqueles que ele
escolheu!”
Destacando o importante papel dos
formadores dos Seminários, lembra os dois princípios que devem guiar a avaliação
da vocação: a cordial acolhida e a correta severidade.
A esse propósito, faz uma observação: “A
Igreja certamente precisa de sacerdotes, mas não de qualquer tipo de
sacerdote!”
“O amor que acolhe deve, portanto, ser
acompanhado da verdade que julga com clareza se, para um determinado candidato,
aparecem ou não os sinais da vocação e os componentes humanos necessários para
uma resposta confiável a ela. A urgência pastoral da Igreja não pode induzir a
uma pressa em conferir o ministério.”
O Prefeito da Congregação para o Clero
conclui sua Carta aos Seminaristas confiando “à intercessão de Maria Santíssima
e de São José o dom da fidelidade e da perseverança no divino chamado que, por
pura graça, nos foi concedido”, e recorda que o nome do amor no tempo é “fidelidade”.
Por Canção Nova, com Rádio
Vaticano
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